Polêmicas em torno da alfabetização nas primeiras décadas do século XXI
questões conceituais e metodológicas
DOI:
https://doi.org/10.24220/2318-0870v31a2026e16171Palavras-chave:
Leitura, Método fônico, Neoliberalismo, Políticas públicasResumo
O artigo, a partir de uma pesquisa mais ampla cuja finalidade foi compreender a proposta pedagógica concretizada em livros do programa Alfa e Beto de Alfabetização, publicados no ano de 2004, e dirigidos aos docentes e às crianças do 1º ano do Ensino Fundamental, objetiva analisar criticamente iniciativas que, no primeiro quartel do século XXI, procuraram justificar e promover a adoção do método fônico no Brasil. Toma, como referência teórica, estudos de Mikhail Bakhtin e de Reinhart Koselleck e adota a pesquisa bibliográfica como metodologia, pois analisa textos que foram publicados em formato de livros e artigos científicos. Conclui que a defesa e a tentativa de induzir a adoção do método fônico não estão limitadas a uma questão técnico-pedagógica, mas relacionadas à lógica neoliberal que molda as políticas públicas de alfabetização no Brasil e no mundo.
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