Análisis de los Indicadores de Residuos Sólidos y Saneamiento en los municipios ribereños del río São Francisco en Alagoas y Sergipe, Brasil.

Autores/as

  • Pedro Paulo Cabral de Lira Sobrinho Filho Universidade de Pernambuco, Instituto de Ciências Biológicas, Campus Santo Amaro. Recife, PE, Brasil. Correspondência para: P. P. C. Lira Sobrinho Filho. E-mail: <pedroliralira3@gmail. https://orcid.org/0009-0000-4324-5575
  • Simone Ferreira Teixeira Universidade de Pernambuco, Instituto de Ciências Biológicas, Campus Santo Amaro. Recife, PE, Brasil. Correspondência para: P. P. C. Lira Sobrinho Filho. E-mail: <pedroliralira3@gmail. https://orcid.org/0000-0001-9759-9651

DOI:

https://doi.org/10.24220/2675-7885v6a2025e11045

Palabras clave:

Desafios ambientais, Gestão governamental, Saneamento básico, Serviços essenciais

Resumen

El saneamiento básico adecuado en los municipios a lo largo del río São Francisco presenta desafíos en Brasil. Este estudio analizó datos de residuos sólidos y aguas residuales en los municipios a lo largo del río São Francisco en los estados de Alagoas y Sergipe, basándose en los indicadores del Sistema Nacional de Información sobre Saneamiento, que incluyen IN014, IN015 e IN016 para residuos sólidos, así como IN016 e IN046 para aguas residuales. Alagoas registró promedios del 77,5%, 96% y 84,8% en los indicadores IN015, IN016 e IN014, respectivamente, mientras que Sergipe presentó 75,1%, 97,4% y 92,3%, respectivamente. En cuanto a la recolección de aguas residuales (IN016), Alagoas tuvo un promedio con el índice más alto, 79,3%, y Sergipe 0%. Los datos del indicador de tratamiento (IN046) no fueron declarados por los gestores municipales. Estos resultados evidencian disparidades sustanciales en el acceso a los servicios de saneamiento básico entre los estados analizados, destacando la necesidad urgente de mejoras tanto en el saneamiento básico como en la gestión gubernamental. La garantía del bienestar y la salud de las comunidades ribereñas requiere acción inmediata para abordar estos desafíos significativos.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

Brasil. Lei nº 14.026, de 15 de julho de 2020. Estabelece o novo marco legal do saneamento básico. Diário Oficial da União: seção 1, ano 158, n. 135, p. 1, 16 jul. 2020. 2020. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/l14026.htm.

Castro, C. N.; Pereira, C. N. Revitalização da bacia hidrográfica do rio São Francisco: histórico, diagnóstico e desafios. Brasília: IPEA, 2019.

Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco. A Bacia. [S. l.], 2019. Disponível em: https://cbhsaofrancisco.org.br/a-bacia/. Acesso em: 8 jul. 2024.

Lemos, S. Dados da ONU mostram que 15 Mil pessoas morrem por doenças ligadas à falta de saneamento. Jornal da USP, São Paulo, 21 jul. 2020. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-da-onumostram-que-15-mil-pessoas-morrem-anualmente-por-doencas-ligadas-a-falta-de-saneamento/. Acesso em: 4 ago. 2023.

Macedo, K. G. et al. Relação entre o índice de desenvolvimento humano municipal com o saneamento básico. Research, Society and Development, v. 11, n. 14, p. 12, 2022. Doi: https://doi.org/10.33448/rsd-v11i14.35956.

Moreira, F. D. et al. O espaço público e o público que o frequenta: dilemas dos direitos humanos à água e ao saneamento. Revista Brasileira De Estudos Urbanos E Regionais, v. 25, n. 1, 2023. Doi: https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202316pt.

Mota, J. J. P.; Sousa, C. D. S. S.; Silva, A. C. Saneamento básico e seu reflexo nas condições socioambientais da zona rural do Baixo Munim (Maranhão). Caminhos De Geografia, v. 16, n. 54, 2015. Doi: https://doi.org/10.14393/RCG165426850.

Nascimento, C. F. G. et al. Diagnóstico dos impactos físicos-ambientais, utilizando a matriz GUT no campo da União em Recife – PE. In: Santana, R. F.; Aragão Júnior,W. R.; El-Deir, S. G. (org.). Resíduos Sólidos: desenvolvimento e sustentabilidade. Recife: EDUFRPE, 2020. p. 112-121.

Nkhata, B. A. The role of accountability in the emergence of adaptive water governance. Ecology and Society, v. 29, n. 14, 2024. Doi: doi.org/10.5751/ES-14940-290214.

Oliveira, M. R.; Horn, A. H. Comparação da concentração de metais pesados nas águas do Rio São Francisco em Três Marias, desde 1991 até hoje, relacionando a atuação da Cmm-Três Marias. Geonomos, v. 14, n. 55-63, 2013. Doi: https://doi.org/10.18285/geonomos.v14i2.110.

Pintanel, S. R.; Cecconello, S. T.; Centeno, L. N. Análise da correlação entre os indicadores de saneamento básico e as doenças de veiculação hídrica em municípios do sul do Rio Grande Do Sul. Revista Ambientale, v. 13, n. 2, p. 41–52, 2021. Doi: https://doi.org/10.48180/ambientale.v13i2.292.

Schermbrucker, K. Every Dollar Invested in water, Sanitation Brings four-fold Return in Costs – UN. United Nations, 19 nov. 2014. Disponível em: https://news.un.org/en/story/2014/11/484032. Acesso em: 4 ago. 2023.

Soares, E. seca no Nordeste e a transposição do Rio São Francisco. Revista Geografias, v. 9, n. 2, p. 75-86, 2013. Doi: https://doi.org/10.35699/2237-549X..13362.

Sousa, C. A. F.; Campos, J. C. B.; Oliveira, B. M. Panorama do gerenciamento dos resíduos sólidos no Brasil e no Nordeste após a implementação do PNRS. Revista Científica ANAP Brasil, v. 9, n. 15, p. 39-50, 2016.

Tavares, F. B. R. et. al. Análise do acesso da população brasileira a serviços de saneamento básico. Research, Society And Development, v. 8, n. 4, p. 1-15, 2019. Doi: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v8i4.867.

Vilar, J. W. C. O plano de gestão integrada de resíduos sólidos do baixo São Francisco Sergipano (Brasil): Avanços e Desafios. Revista Geonordeste, v. 14, n. 2, 2013.

Zellhuber, A., Siqueira, R. Rio São Francisco em descaminho: degradação e revitalização. Cadernos do CEAS: Revista Crítica de Humanidades, n. 227, p. 3-24, 2016. Doi: doi.org/10.25247/2447-861X.2007.n227.p3%20-%2024.

Publicado

2026-01-12

Cómo citar

Lira Sobrinho Filho, P. P. C. de, & Teixeira, S. F. (2026). Análisis de los Indicadores de Residuos Sólidos y Saneamiento en los municipios ribereños del río São Francisco en Alagoas y Sergipe, Brasil. Sustentabilidade: Diálogos Interdisciplinares, 6. https://doi.org/10.24220/2675-7885v6a2025e11045

Número

Sección

Original