Values and pleasure-suffering at work: a study of highly-qualified professionals
Keywords:
Higher education, Pleasure, Suffering, Work, ValuesAbstract
This study analyzed the impact of individual, work-related values in terms of workers’ pleasure-suffering. The variables were analyzed by means of self-applied work-related scales of values, indicators of pleasure-suffering at work and also a record of social-demographic data. One hundred and seventy-eight graduate employees of both sexes participated in the study. Their responses were subjected to descriptive,
statistical analysis and linear regression. Results showed that “Accomplishment” and “Freedom”, i.e. pleasure indicators, had positive impacts on the “Social Relations” value. However, the principal role of “Social Relations” was to predict the reduction in the suffering dimensions “Stress” and “Disparagement”, dimensions which were also predicted by increase in age. The areas of graduation “Applied Social Sciences” and “Humanities” predicted greater “Freedom” at work. It may be concluded that work-related values are drivers for the understanding of the pleasure-suffering phenomenon in the working environment; limitations with the study have been noted and further investigation is recommended.
Downloads
References
Abbad, G., & Torres, C. V. (2002). Regressão múltipla stepwise e hierárquica em psicologia organizacional: aplicações, problemas e soluções. Estudos de Psicologia (Natal), 7 (Número Especial), 19-29.
Barros, P. C. R., & Mendes, A. M. (2003). Sofrimento psíquico no trabalho e estratégias defensivas dos operários terceirizados da construção civil. Psico USF, 8 (1), 63-70.
Clot, Y. (2001). Clinique du travail, clinique du réel. Le Journal des Psychologues, 185, 48-51.
Codo, W., Soratto, L., & Vasques-Menezes, I. (2004). Saúde mental e trabalho. In J. C. Zanelli, J. E. Borges-Andrade & A. V. B. Bastos. Psicologia, organizações e trabalho no Brasil (pp.276-299). Porto Alegre: Artmed.
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (2004). Tabelas de áreas do conhecimento. Recuperado 2004 10, novembro, disponível em www.cnpq.br/formularios/
Davezies, P. (2000). Évolution des organisations du travail et atteintes à la santé. La Revue de L'aftim: Securitee et Medecine du Travail , 127, 4-18.
Dejours, C. (1992). A loucura do trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho. São Paulo: Cortez.
Dejours C. (1998). Plaisir et souffrance dans le travail. Paris: Edition de l'AOCIP.
Dejours, C. (2008). Novas formas de servidão e de suicídio. In A. M. Mendes (Org.), Trabalho e saúde (pp.26-39). Curitiba: Juruá Editora.
Dejours, C., Abdoucheli, E., & Jayet, C. (1994). Psicodinâmica do trabalho. São Paulo: Atlas.
Diener, E., Oishi, S., & Lucas, R. E. (2003). Personality, culture, and subjective well-being: emotional and cognitive evaluations of life. Annual Review of Psychology, 54, 403-425.
Ferreira, A. B. H. (1988). Dicionário Aurélio básico da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
Ferreira, M. C., & Mendes, A. M. (2001). Só de pensar em vir trabalhar, já fico de mau humor: uma atividade de atendimento ao público e prazer-sofrimento no trabalho. Estudos de Psicologia (Natal), 6 (1), 93-104.
Ferreira, M. C., & Mendes, A. M. (2003). Trabalho e riscos de adoecimento: o caso dos auditores-fiscais da previdência social brasileira. Brasília: Ler, Pensar e Agir.
Gouveia, V. V., Martínez, E., Meira, M., & Milfont, T. L. (2001). A estrutura e o conteúdo universais dos valores humanos: análise fatorial confirmatória da tipologia de Schwartz. Estudos de Psicologia (Natal), 6 (2), 133-142.
Gui, R. T. (2002). Prazer e sofrimento no trabalho: representações sociais de profissionais de recursos humanos. Psicologia: Ciência e Profissão, 22 (4), 86-93.
Lancman, S., & Sznelman, L. I. (Org.). (2004). Christophe Dejours: da psicopatologia à psicodinâmica do trabalho. Rio de Janeiro: Fiocruz.
Mendes, A. M. (1995). Os novos paradigmas de organização do trabalho: implicações na saúde mental dos trabalhadores. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, 23 (85/86), 55-60.
Mendes, A. M. (1999). Valores e vivências de prazer-sofrimento no contexto organizacional. Tese de doutorado não-publicada, Universidade de Brasília.
Mendes, A. M. (2003). Validação de uma escala de indicadores de prazer-sofrimento no trabalho. Manuscrito não-publicado, Universidade de Brasília.
Mendes, A. M., Costa, V.P., & Barros, P. C. R. (2003). Estratégias de enfrentamento do sofrimento psíquico no trabalho bancário. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 3 (1), 59-72.
Mendes, A. M., & Tamayo, A. (2001). Valores organizacionais e prazer-sofrimento no trabalho. Psico USF, 6 (1), 39-46.
Mendes, A. M., & Morrone, C. F. (2002). Vivências de prazer-sofrimento e saúde psíquica no trabalho: trajetória conceitual e empírica. In A. M. Mendes, L. O. Borges & M. C. Ferreira (Eds.), Trabalho em transição, saúde em risco (pp.26-42). Brasília: Universidade de Brasília.
Merlo, A. R. C., Vaz, M. A., Spode, C. B., Elbern, J. L. G., Karkow, M. R. N., & Vieira, P. R. B. (2003). O trabalho entre prazer, sofrimento e adoecimento: a realidade dos portadores de lesões por esforços repetitivos. Psicologia & Sociedade, 15 (1), 117-136.
Porto, J. B., & Tamayo, A. (2003). Escala de valores relativos ao trabalho EVT. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 19 (2), 145-152.
Resende, S. (2003). Vivências de prazer e sofrimento no trabalho bancário: o impacto dos valores individuais e das variáveis demográficas. Dissertação de mestrado não-publicada, Universidade de Brasília.
Resende, S., & Mendes, A. M. (2004). A sobrevivência como estratégia para suportar o sofrimento no trabalho bancário. Revista Psicologia: Organizações e Trabalho, 4 (1), 151-175.
Rocha, S. R. A. (2003). O pior é não ter mais profissão, bate uma tristeza profunda: sofrimento, distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho e depressão em bancários. Dissertação de mestrado não-publicada, Universidade de Brasília.
Rokeach, M. (1973). The nature of human values. New York: Free Press.
Ryan, R. M., & Deci, E. L. (2001). On happiness and human potentials: a review of research on hedonic and eudemonic well-being. Annual Review of Psychology, 52, 141-66.
Schwartz, S. H., & Bilsky, W. (1987). Towards a universal psychological structures of humans values. Journal of Personality and Social Psychology, 53 (4), 550-562.
Schwartz, S. H. (1992). Universals in the content and structure of values: theoretical advances and empirical tests in 20 countries. In M. P. Zanna (Ed.), Advances in experimental social psychology (pp.1-65). San Diego: Academic.
Tamayo, A., & Schwartz, S. H. (1993). Estrutura motivacional dos valores humanos. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 9 (2), 329-348.
Tamayo, A. (1994). Hierarquia de valores transculturais e brasileiros. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 10 (2), 269-285.
Tamayo, A., Mendes, A. M., & Paz, M. G. T. (2000). Inventário de valores organizacionais. Estudos de Psicologia (Natal), 5 (2), 289-315.
Tiger, L. (1993). A busca do prazer. Rio de Janeiro: Objetiva.
Veras , V. S. (2006). Relações sociais de trabalho e custo humano da atividade: vivências de mal-estar e bem-estar em serviço de tele atendimento governamental. Dissertação de mestrado não-publicada, Universidade de Brasília.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2022 Flávia Arantes Lopes GUIMARÃES, Maria do Carmo Fernandes MARTINS

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.







