ALAN SWINGEWOOD
OS LIMITES DA CRÍTICA
Resumo
O autor deste artigo afirma que não pretende discutir na profundidade necessária, as teorias de Adorno e Horkheimer, mas apenas os limites da crítica de Swingewood, expostas em seu livro O Mito da Cultura de Massa. Algumas questões são propostas ao final como temas para reflexão. A afirmação do caráter democrático da cultura burguesa implica o esquecimento de sua crivagem ideológica? Só a universalização da cultura burguesa basta ao socialismo ?
Referências
SWINGEWOOD, Alan. "O Mito da cultura de Massa". Rio de Janeiro, lnterciência, 1978 .
(2) ADORNO, Theodor. "Teoria de la seu do cultura". ln: Max sociologia. Madrid, Taurus, 1971 . p. 234 .
(3) ADORNO, Theodor. "A Indústria cultural". ln: Comunicação e Indústria Cultural. São Paulo, Edusp/Nacional, 1972 . p. 287 .
(4) ADORNO, Theodor. ob. cit. p. 290.
(5) BENJAMIN, Walter. "A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica". ln: Teoria da cultura de massas. Rio de Janeiro, Saga, 1969 .
(6) SWINGEWOOD, A. ob. cit. p. 14 ( por exemplo).
(7) Também na página 65 , o autor escreve: "Miliband e Althusser seguem a Escola de Frankfurt, identificando a ideologia com uma falsa consciência ... "
(8) COHN, Gabriel. "Sociologia da Comunicação: teoria e ideologia". São Paulo, Pioneira, 1973. p. 144.
(9) POULANTZAS, Nicos. Poder político e classes sociais. São Paulo, Martins Fontes, 1977 . p, 201.