JORNALISMO CIENTÍFICO E SUAS FUNÇÕES NO CONJUNTO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Autores

  • Michel Thiollent

Resumo

O jornalismo científico, relacionado com as ciências naturais, possui diversos tipos de audiência e suas matérias são utilizadas em diferentes contextos, analisados nesta versão ampliada e corrigida do texto de uma conferência apresentada pelo Autor no 4º Congresso Ibero-Àmericano de Jornalismo Científico e I Congresso Brasileuo de Jornalismo Científico, realizado em S. Paulo ( Outubro de 1982 ).

Referências

(1) MARQUES DE MELO, J. "Impasses do Jornalismo Cientifico". ln Comunicação & Sociedade n° 7, 1982, p. 20.

(2) Segundo uma pesquisa realizada em 1977 na França, 81,4% das pessoas entrevistadas declararam assistir aos programas de vulgarização cientifica na televisão ( J.-F. BOSS e J. N. CAPFERER, Les Français, la Science et les Médias, Paris, Documentation Française, 1978 ).

(3) ROOUEPLO, Philippe. Le Partage du Savoir, Science, Culture, Vulgarisation. Paris, Seuil, 1974.

(4) SANTORO, Luís Fernando. "Televisão e Divulgação Científica: Um Espaço para o Fantástico". ln Comunicação & Sociedade nº 7, 1982, pp. 101 - 106.

(5) ROOUEPLO, Ph. Op. cit.

(6) Idem, p. 35.

(7) Veja-se comentários sobre essa questão, a partir de pesquisas européias, em ACKERMANN W. e DULONG, R. "Un nouveau domaine de recherche: la diffusion des connaissances scientifiques". ln Revue Française de Sociologie, XII, 1971, pp. 378 - 405.

(8) GOULDNER, A. W. The Dialectics of ldeology and Technology. Nova Iorque, Seaburg Press, 1976. (Esp. Cap. 12: "From ldeologues to Technologues", pp. 250 - 274 ).

(9) MERTON, R. K. The Sociology of Science. Chicago, University of Chicago Press, 1973. ( Esp. Cap. 20: "The Matthew Effect in Science", pp. 439 - 459 ).

(10) MARQUES DE MELO, J. Op. cit., p. 21.

(11) Sobre a retenção, veja-se: ROOUEPLO, Op. cit. p. 13 e segs. e estudos de G. BARBICHON.

(12) Caso considerado por Ph. ROOUEPLO, Op. cit, p. 13.

(13) DESSIEUX, Gisele. "Colloque National - Recherche et Communication". ln Bulletin d'lnformation, n° 1, 1982, pp. 3 - 6. ( Mission lnterministérielle de le lnformation scientifique et Technologique ).

(14) Sobre a configuração dos debates tecnológicos, inclusive nuclear, no contexto europeu, veja-se: DRUET, P. - Ph., KEMP, P. e THILL, G. Technologies et Sociétés. Paris, Galilée, 1980.

(15) HETMAN, François. La Société et la Maitrise de la Technologie. Paris, OCDE, 1973.

(16) THIOLLENT, Michel. "Avaliação Social da Tecnologia". ln Revista Brasileira de Tecnologia, 13, nº 3, 1982, pp. 49 - 53. Sobre a necessidade de maior com unicação em torno da avaliação de tecnologia, veja-se: BENN, Tony. "Technology Assment and Political Power". ln Niguel CROSS ( Org ), Man-Made Futures. Londres, Hutchinson, 1974, pp. 157 - 163.

(17) ROOUEPLO, Ph. Op. cit, p. 217.

(18) Idem, p. 220.

(19) Veja, no contexto norte-americano, colocações sobre problemas de informa­ção nas indústrias de chumbo, pesticidas e energia nuclear, no artigo de MELVILLE, Mary, "Risks on the Jobs: The Worker's Right to Know". ln Environment, vol. 23, n° 9, nov. 1981, pp. 12 - 20, e 42 - 45.

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Publicado

1983-12-31

Edição

Seção

ARTIGOS