OS JARDINS COMO OBRAS DE ARTE

Autores

  • Duílio Battistoni Filho

Resumo

Palácios e jardins desde os primórdios do mundo, constituíram objeto de preocupação por parte dos reis e imperadores. Em Roma, foram criados parques, piscinas, tanques, fontes de água corrente, quiosques e "Viveiros de peixes e de pássaros, que ainda podem ser vistos nos murais de Pompéia. Na Espanha existem vestígios da invasão dos árabes, que construíram arcadas, suavizadas por plantas raras. Com significados religiosos, os japoneses cuidam de preencher os espaços vazios com objetos e plantas que têm significados particulares e especiais. No Brasil, somente com a chegada de D. João VI é que começou a aclimatação de espécimes vegetais raros. As idéias dos antigos ainda é atualíssima, pois a preservação da natureza, e o embelezamento das paisagens levam o povo a sensibilizar-se com o problema ecológico, impedindo a destruição e catástrofes sem precedentes.

Referências

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ROSA, Ferreira, op. cit. p. 143.

(13) CARRATO, José Ferreira. "Uma casa portuguesa com horta e jardim, nas Minas Gerais". Separata do vol. LXXXI da Revista de Guimarães, Rio de Janeiro, 1971, p. 6.

(14) SPIZ, J. B. e MARTIUS, C. F. P. Viagem pelo Brasil. Tradução de Lucia Furquim Lahrneyer, Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1938. v. 1, p. 372.

(15) CARRATO, José Ferreira, op. cit., p. 23.

(16) ld. lbid., p. 23. Em 1930 o então diretor do Jardim Botânico, Joaquim Veloso de Miranda desenvolveu a cultura do chã com grandes resultados.

(17) MARX, Roberto Burle. "O jardim como forma de arte". ln Caderno Brasileiro, Rio de Janeiro, 1967. vol. 32. p. 11.

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Publicado

1983-12-31

Edição

Seção

ARTIGOS