HERCULES FLORENCE E SAMPAIO PEIXOTO: PIONEIROS DA PINTURA EM CAMPINAS
Resumo
O Brasil, com sua natureza tropical deslumbrante e o seu enorme exotismo, sempre atraiu os viajantes estrangeiros, notadamente os botânicos e zoólogos que aqui começam a desembarcar em grande número a partir do século XIX. Por outro lado, cresce também o número de pintores desejosos de retratar a prosperidade dos senhores rurais. Isso vinha ocorrendo no Rio de Janeiro e em outras cidades do país.
Referências
(1) MATOS, Sílvia. O ensino das Artes Plásticas em Campinas. Campinas, Ed. da Unicamp, 1988, p.5.
(2) FEITOSA, Miguel Alves. Páginas contemporâneas. Campinas, Typographia Casa Livro Azul, 1901, p. 219.
(3) RODRIGUES, João Lourenço. A Catedral de Nossa Senhora da Conceição. São Paulo, Gráfica Ave Maria, 1972, p. 38.
(4) PUPO, Celso Maria de Melo. Campinas, seu berço e juventude. Publicação da Academia Campinense de Letras, nº20, 1969, p.190.
(5) A Gazela de Campinas, 14-03-1872.
(6) PEIXOTO, Antonio Carlos de Sampaio. Aa Bellas Artes. Typographia Nragantina, 1892, p. 90.
(7) NOGUEIRA, L. de A. O pintor da corte do rei do café. São Paulo, D. O. Leitura, nº 45, 1986, p. 5.
(8) Correio Popular, 06-09-1888.
(9) FERREIRA, Carlos Augusto. Feituras e feições. Campinas, Typographia Livro Azul, p. 288.
(10) CAMARGO, Celso Ferraz de. O Estado do S. Paulo, 11-07-1965.