Situação vacinal dos estudantes de medicina da Universidade do Sul de Santa Catarina no período prévio ao internato

Patrícia Mendes Arent, Luissaulo Cunha, Paulo Fontoura Freitas

Resumo


Objetivo
Descrever a situação vacinal dos estudantes de medicina da Universidade do Sul de Santa Catarina, em Tubarão (SC), no período prévio ao internato, quanto às vacinas recomendadas para os profissionais de saúde.
Métodos
Realizou-se estudo observacional e transversal entre os estudantes de medicina do primeiro ao oitavo semestre, em março de 2006. Aplicou-se questionário, em sala de aula, complementado por e-mail, verificando a situação vacinal quanto às vacinas: hepatite A, hepatite B, influenza, sarampo, caxumba, rubéola, pneumococo, tétano, difteria, varicela e tuberculose.
Resultados
Dos 327 estudantes, participaram do estudo 277 (84,7%). Os percentuais de desconhecimento da própria situação vacinal variaram de 43,7% para a hepatite B a 85,6% para o pneumococo. Entre aqueles que haviam recebido alguma vacina, a hepatite B foi a mais realizada (53,8%) e a do pneumococo a menos realizada (2,5%). Quanto às vacinas contra sarampo, caxumba e rubéola, os percentuais de
vacinação foram de 40,4%, 37,2% e 31,5%, respectivamente. Os percentuais de vacinação contra tétano, difteria e varicela foram de 51,3%, 33,6% e 15,2%, respectivamente. Do total da amostra, afirmaram conhecer a importância da vacinação
14,4% (com relação ao pneumococo) a 43,3% (com relação à hepatite B).
Conclusão
Grande parte dos estudantes não sabia informar sobre a sua situação vacinal e desconhecia a importância das vacinas. Apenas 1,1% haviam recebido todas as vacinas recomendadas ao profissional de saúde.
Termos de indexação: Doenças transmissíveis. Estudantes de medicina. Imunização.
Vacinação.

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Revista de Ciências Médicas

ISSNe 2318-0897 (eletrônico)
ISSN 1415-5796 (impresso)

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