Alopecia androgenética masculina: uma atualização

Fabiane Mulinari-Brenner, Ivy Faigle Soares

Resumo


A alopecia androgenética ou calvície em homens é caracterizada clinicamente pela rarefação simétrica de cabelos em couro cabeludo frontal e coroa. O desenvolvimento da alopecia androgenética é geneticamente determinado e
dependente de andrógenos. Estima-se uma prevalência de alopecia androgenética em cerca de 50% dos homens brancos aos cinquenta anos de idade. Embora não traga consequências à saúde, a perda de cabelo pode interferir na qualidade de
vida do indivíduo. A compreensão do ciclo de crescimento dos pelos e o conhecimento da patogênese da alopecia androgenética aumentou significativamente nos últimos anos, mas ainda não é completa. Folículos pré-programados
do couro cabeludo sofrem um encurtamento dos ciclos de crescimento, associado ao afinamento da haste, processo denominado miniaturização do folículo. A herança genética suspeita é poligênica, mas, até o momento, apenas o gene receptor de andrógenos foi implicado nesta hereditariedade. Muitas opções terapêuticas estão disponíveis para alopecia androgenética masculina e são revisadas no artigo; entretanto, atualmente poucas demonstram resultados efetivos no tratamento da alopecia androgenética.
Termos de indexação: Alopecia. Androgênios. Folículo piloso. Minoxidil.

Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Revista de Ciências Médicas

ISSNe 2318-0897 (eletrônico)
ISSN 1415-5796 (impresso)

Este site é melhor visualizado utilizando navegador gratuito Firefox.