Hiperplasia epitelial papilomatosa em crianças

Sérgio Luiz Pinheiro, Joanna Maciel Rocha Penteado de Aguiar, Natália Brianez, Tamara Camarota Nascimento, Gabriel Tilli Politano, Sandra Regina Echeverria Pinho da Silva

Resumo


O papilomavírus humano consiste em um grupo de viroses de filamento duplo de DNA, podendo estar presente na célula do hospedeiro. As células epiteliais infectadas pelo papilomavírus humano sofrem transformações e se proliferam, desenvolvendo lesões verrucosas. O período de incubação usual é de um a três meses. O objetivo do presente trabalho é relatar caso clínico de lesão hiperplásica papilomatosa manifestada no palato dias após o nascimento. A anamnese e o exame clínico em odontopediatria devem incluir exame detalhado do paciente, visando ao correto diagnóstico e ao tratamento adequado da lesão hiperplásica. Paciente E. B., gênero masculino, três anos de idade, chegou à clínica de odontopediatria da Faculdade de Odontologia da Pontifícia Católica de Campinas com presença de lesão hiperplásica pediculada - composta por inúmeras papilas de coloração avermelhada em sua superfície -, localizada na papila incisiva na região de palato duro. Foi realizada a biópsia e o material foi fixado em formol 10% para realização do exame anatomopatológico, que confirmou lesão hiperplásica epitelial papilomatosa, consequência de processo inflamatório crônico com leve atividade e ausência de malignidade no material.
Termos de indexação: Mucosa bucal. Odontopediatria. Papiloma.

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Revista de Ciências Médicas

ISSNe 2318-0897 (eletrônico)
ISSN 1415-5796 (impresso)

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