Análises de isoenzimas esterásicas em linhagens brasileiras de Drosophila immigrans (Diptera: Drosophilidae)

Muracy Bélo, Carlos Roberto Ceron, João Ademir de Oliveira

Resumo


Análises em géis de poliacrilamida de dez linhagens brasileiras de Drosophila immigrans, coletadas nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Distrito Federal, mostraram que esta espécie apresenta 18 bandas com atividade esterásica, as quais foram incluídas em nove sistemas de isoenzimas. Algumas bandas foram específicas de larvas, enquanto outras ocorreram preferencialmente nos adultos. Esterases sexo-específicas também foram detectadas. Algumas bandas foram consideradas obrigatórias e outras facultativas. Os dados indicam que populações de laboratório não apresentaram diferenças específicas em relação aos padrões das isoenzimas esterásicas, comparadas às linhagens selvagens. Foram propostos padrões de herança para cada um dos sistemas das isoenzima sesterásicas e discutidos os efeitos da seleção natural nas populações das linhagens analisadas, apesar de que apenas três linhagens apresentaram diferenças significativas para as proporções de Hardy-Weinberg.

Palavras-chave: D. immigrans, esterases, polimorfismos.


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Revista Bioikos

ISSNe 2318-0900 (eletrônico)
ISSN 0102-9568 (impresso)

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